Autocorreção no LibreOffice

Post enviado por Klaibson Ribeiro

Quando a gente começa digitar textos muito longos, como TCCs, livros, ebooks, apostilas ou manuais de instrução, existe a tendência de digitarmos algumas palavras erradas, involuntariamente.

Na opção Ortografia e Gramática, nos aponta os erros, mas temos que corrigi-los de forma manual.

No LibreOffice existe uma opção de correção automática, digitamos a palavra errada eletrecidade e imediatamente após a barra de espaço, existe a correção para eletricidade.

Para usufruirmos dessa função, acesse Formatar >> Autocorreção >> Ao digitar. Depois pressione Opções de autocorreção.

Primeiro, digite a palavra errada e depois digite a palavra correta e clique em novo.

Depois pressione OK, digite a palavra eletricidade e dê barra de espaço ela se tornará eletricidade.

 

Adm. Pública do rio de Janeiro adotará formato ODF

Agora é lei: a administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional poderá adotar, preferencialmente, o uso de documentos de formato aberto, ou ODF (Open Document Format). É o que garante a lei 5.978/11, publicada no Diário Oficial do Executivo desta quarta-feira (25/05) e assinada pelo deputado Robson Leite (PT).

De acordo com o autor da nova lei, a regra fará do estado do Rio o segundo, atrás apenas do Paraná, a investir em software aberto. “O que representará uma economia de R$ 20 milhões por ano em licenciamento de software”, estimou ele, para quem a medida também contribui para a geração de empregos. “Enquanto que, com a compra dos softwares fechados, geramos emprego e renda no exterior”, afirma.

A sanção da proposta deixa o Executivo mais próximo de passar pela adaptação pela qual a Alerj já passa. Os funcionários do Parlamento já têm a opção de escolha entre sistemas operacionais: o Windows ou o gratuito Ubuntu (baseado em Linux).

Além disso, a Casa já vem usando o pacote Br Office, totalmente grátis, o que tem gerado economia aos cofres públicos. A inclusão do sistema alternativo faz parte da adaptação à resolução assinada pelo deputado Gilberto Palmares (PT) e pelo ex-presidente da Casa, Jorge Picciani, que torna preferencial o uso de software livre de código aberto na Casa. O uso de padrões abertos e o licenciamento livre são características fundamentais deste modelo.

dica do @fabioafernand – fonte