Lançamento do Stoq 1.8

A equipe Stoq acaba de lançar a versão 1.8 do Stoq, a primeira desde 2013 e a mais completa e estável até hoje.

Como destaque do lançamento, oferecemos um novo serviço de sincronização para empresas que possuem várias filiais.

Compartilhe informações entre as lojas como cadastro de produtos e clientes, históricos de vendas e situação do estoque; realize transferências facilmente e gerencie todas as empresas em um local centralizado. Esta funcionalidade está disponível como uma extensão comercial; entre em contato com comercial@stoq.com.br para obter detalhes e preços.

Também está presente nessa versão um novo plugin para uso do Stoq em óticas, adaptando o processo de venda para esse segmento, com a inclusão de campos específicos no cadastro de produtos, informações de receita médica, cadastro de médicos e cadastro de anamnese para os clientes. Esse plugin foi desenvolvido com a colaboração da Óticas Mitani (SP), e já está em funcionamento em suas 9 lojas.

Além disso, foram realizadas inúmeras otimizações no código e banco de dados do Stoq, o deixando muito mais rápido quando trabalhando com bases de dados grandes. Há nesse momento bases de dados funcionando com mais de 80 mil registros entre clientes e vendas.

Há ainda diversas funcionalidades novas, como produtos com controle de lotes, produtos sem controle de estoque, mais opções de controle no inventário, geração de crédito para clientes, e muitas outras. Se você nunca usou o Stoq antes, ou se faltou algum detalhe para que se encaixasse perfeitamente, vale a pena reavailar esta nova versão 1.8.

Confira a lista completa de mudanças em http://www.stoq.com.br/novidades. Não deixe de entrar em contato com a nossa equipe caso queira mais informações sobre o serviço de sincronização ou nosso suporte através do email comercial@stoq.com.br

E você pode instalar o STOQ no Ubuntu.

Instalando o antivírus CLAMTK no Ubuntu

Aprenda a instalar o antivírus CLAMTK no Ubuntu 14.04 com alguns poucos comandos.

“Para quê isso, no Linux??” você deve estar se perguntando né?

Mas turma, você recebe inúmeros arquivos por mail ou baixa de sites de compartilhamento e nem sempre podemos confiar a origem dele. OU… você tem uma partição Windows que precisa dar uma atenção. Ai já viu né, galera do suporte.

Instalando o ClamTK

Instalando o ClamTK

Abra o terminal: CTRL + ALT + T e digite o comando abaixo:

sudo apt-get install clamtk

Atualizando a base do ClamTK

Depois de instalado, você precisa atualizar as definições de antivírus. No terminal digite:

sudo freshclam

Atualizando a interface do ClamTK

Agora você pode baixar  versão mais nova em .DEB no site oficial. Não é uma necessidade mas sempre é bom saber:
https://code.google.com/p/clamtk/

Pronto! Seu ClamTK esta perfeito para fazer uma varredura nos diretórios ou arquivos suspeitos.

Open Source na Globo.com

Open Source na Globo.com

Sempre tive a curiosidade em saber um pouco, pelo menos, do uso do código aberto numa empresa de ponta e tive a oportunidade de entrevistar Rodrigo Senra, desenvolvedor da Globo.com.

Espero que curtam esta pequena entrevista feita por e-mail.

Rodrigo Senra da Globo.com

- Quem é o Rodrigo Senra e qual é o seu papel dentro da Globo.com?

Sou projetista e desenvolvedor de software no cargo de Especialista,  atuante no time de semântica dentro da área de plataformas na Globo.com. No mundo open-source sou mais conhecido pela minha atuação na construção da comunidade open-source relacionada a linguagem de programação Python e tecnologias correlatas. Neste contexto, fiz a primeira tradução do tutorial do tutorial oficial de Python do Inglês para o Português em 2001, organizei a primeira conferência nacional de Python em Campinas 2005, fui membro fundador da Associação Python Brasil em 2007, e fui o primeiro ganhador do prêmio Dornelles Tremea (juntamente com Luciano Ramalho) por contribuições à comunidade Python brasileira em 2011.

No meu site pessoal http://rodrigo.senra.nom.br há mais detalhes, inclusive referências para literalmente mais de uma centena de palestras no Brasil e exterior.

- Como foi a decisão de usar open source como solução em TI na Globo?

Foi fácil. A Globo.com já era uma softhouse aderente ao open-source antes da minha chegada em agosto de 2012, eu simplesmente dei continuidade a essa cultura. Eu diria que no Brasil, a Globo.com é uma importante fonte de projetos open-source, isso pode ser verificado através do Github, pelo link: https://github.com/globocom?query=+only%3Apublic+

- Qual é o processo de escolha, testes e implantação de uma solução open source?

Do ponto de vista de escolha, o processo é o mesmo se a solução for de código fechado. Queremos um código legível, que resolva efetivamente e eficientemente um determinado problema, e que seja bem documentado e que possua suporte se necessário. A diferença é que a maioria das soluções open-source apresenta uma qualidade melhor no código-fonte, uma  maior cobertura de testes, e uma comunidade mais acessível.

Do ponto de vista de implantação, algumas vezes há um custo adicional em liberar um projeto como open-source. Por exemplo, no caso do Brainiak (https://github.com/globocom/brainiak_api e https://twitter.com/brainiak_api) que liberamos recentemente como open-source, foi necessário fragmentar o projeto em dois para isolar informação interna que não pode ser publicada externamente, como senhas para deploy interno ou acesso a bases de dados corporativas.

- Onde existe open source dentro da empresa?

O open-source está em toda parte: nos produtos que tem a cara na Internet (e.g G1, Globoesporte, Techtudo, etc), na plataforma de middleware e backend, no ferramental de deploy da infra-estrutura e até nos sistemas operacionais que executam em nossos servidores (algumas distros de linux foram modificadas para atender a necessidades específicas).

- E seu uso tem alguma discriminação entre os usuários internos?

Não que eu saiba. A Globo.com é um berçário de hackers (não confundir com crackers) onde grandes nomes nascem, crescem e depois se espalham pelo mundo. Neste ambiente, o open-source é visto com muito bons olhos e está no DNA da empresa. Nós seguimos o exemplo de outras grandes empresas que abrem parcialmente sua base de código, como o Facebook e o Netflix. Mas isso não quer dizer, que só código aberto é usado aqui. Por exemplo, eu estou respondendo este e-mail em um Mac Book executando OS X (fechado), e uso o excelente IDE PyCharm (fechado) quando desenvolvo em Python. Outros desenvolvedores usam diferentes combinações incluindo vi e Linux (abertos). Ou seja, existe uma diversidade sadia e preferências individuais são respeitadas.

- Como é formada a equipe e quantas pessoas trabalham com open source?

Eu não tenho números exatos, e tampouco se tivesse não sei se poderia divulgar essa informação com exatidão. O que posso dizer é que certamente há mais de uma centena de desenvolvedores e devops, e praticamente todos tangenciam o open-source em algum momento. Sendo que alguns, se quiserem, podem respirar 100% open-source.

- O sistema operacional que usam é proprietário? Qual?

Nos notebooks de desenvolvimento é possível usar Linux ou Mac OS X. Eu uso Mac, mas tenho VMs com outros sistemas operacionais. Nos servidores, há grande maioria são Linux, com diferentes distros, algumas customizadas. A informação exata de quantos servidores e que versões estão em execução prefiro não revelar, por respeitar uma política de segurança. Mas se procurarem por palestras de integrantes da Globo.com no Brasil e no exterior vão acabar encontrando algumas referências ;o)

- Como você mede a satisfação em usar um código que pode alterar a vontade?

Na minha humilde opinião, para o desenvolvedor de alto nível,  o open-source é sempre uma alternativa mais atraente. É possível aprender com o código-fonte, modificar a matéria-prima para que os objetivos sejam atingidos e os bugs não tem como se esconder.

Agradeço a entrevista ao Rodrigo que nos mostra um pouco do uso do código aberto nas organizações Globo.

Certificado Digital OAB no Ubuntu

Como inserir o Certificado Digital OAB no Ubuntu Linux.

Pré-requisitos da PJ-e: Firefox, Java da Oracle, Leitor de Token e Sistema Windows. Tendo em vista que o Firefox é nativo no Linux Ubuntu, segue passos para instalar o java (Oracle), os drives/bibliotecas e o Leitor do Token.

1º) Instale o Java da Oracle

Baixe o instalador nesse link: http://ppa.launchpad.net/webupd8team/java/ubuntu/pool/main/o/oracle-java7-installer/oracle-java7-installer_7u65+7u60arm-0~webupd8~2_all.deb Ou, se preferir, instale pelo terminal digitando: $ sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java $ sudo apt-get update $ sudo apt-get install oracle-jdk7-installer OBS.: Caso tenha instalado o OpenJDK, remova com o seguinte comando antes de instalar o Java da Oracle:

$ sudo apt-get purge openjdk*

2º) Instale os seguintes drives/bibliotecas e o Leitor de Token (conforme seu sistema 32 ou 64 bits):

Drives/bibliotecas:

Libjbig0_2.0-2ubuntu1: 32 bits - 64 bits
Libtiff4_3.9.6-6ubuntu1: 32 bits - 64 bits
Fontconfig-config_2.9.0-7_all: 32 bits - 64 bits
Libfontconfig1_2.9.0-7: 32 bits - 64 bits
Libwxbase2.8-0_2.8.12.1-6ubuntu2: 32 bits - 64 bits
Libwxgtk2.8-0_2.8.12.1-6ubuntu2: 32 bits - 64 bits
Libpcsclite1_1.8.5-1ubuntu1: 32 bits - 64 bits
Libccid_1.4.8-1: 32 bits - 64 bits
Pcscd_1.8.5-1ubuntu132 bits - 64 bits
Software Leitor do Token: SafeSign 3.0.77 Linux: 32 bits - 64 bits

3º) Instalação da cadeia de certificados da ICP-Brasil

Para instalar a cadeia de certificados clique no link: http://www.iti.gov.br/icp-brasil/certificados

4º) Acessando o Token

- Em seu sistema, abra o Tokenadmin – Conecte o Token (pendrive) na porta USB que deverá ser lido automaticamente pelo Tokenadmin, como ocorre no Windows.

5º) Configure o Firefox e a biblioteca/drive do Certificado Digital:

- Abra o Firefox e entre no site da PJ-e em http://www.trt4.jus.br/portal/portal/trt4/servicos/pje

- Clique em Acesso ao sistema (1º Grau) – Se for necessário, autorize no Firefox abertura de Pop-up para o site do PJ-e. – Abrirá uma tela do sistema solicitando “escolha o drive” como nessa imagem: OAB

lib a ser usada chama-se libaetpkss.so.3.0.2528,no seguinte caminho:
 /usr/lib/libaetpkss.so.3.0.
Em meu Sistema Linux Ubuntu 14.04 funcionou perfeitamente. Não pude testar, mas, provavelmente, em outras distribuições Linux derivadas do Debian também funcione. Post enviado pelo leitor Márcio Palhares Laini. Agora o pessoal da AOB pode usar o Ubuntu!

Músicas para ouvir de graça

Músicas para ouvir de graça. Sem assinaturas, propagandas e frescuras.

Músicas para ouvir de graça

Músicas para ouvir de graça tão fácil quanto o PopCorn Time.

Depois do alvoroço que foi o programa de vídeos que baixam filmes completos via bittorrent – o PopCorn Time – chegou a vez das músicas! Imagina ter em seu PC ou MAC, um programa que mostre uma biblioteca de 60 milhões de músicas – o iTunes tem 22 milhões só para você ter uma ideia – sem propagandas, sem assinaturas, sem frescura e 100 open source! Existe este programa e se chama ATRACI. Ele roda em Linux, Windows e Mac.

Instalando o Atraci

Abra o terminal e digite os comandos abaixo:

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/atraci
sudo apt-get update
sudo apt-get install atraci

Pronto. Basta digitar ATRACI no DASH do Ubuntu, escolher uma música ou banda e ouvir. Simples assim. E você pode criar suas playlists.

E agora?

E o que fazemos agora com aquela nossa biblioteca gigantesca em nossos HD’s? Porquê tê-las guardadas? Perdeu o sentido não acham? E como ele é open-source, qualquer pessoa poderá mexer no código e ir melhorando a experiência do usuário. Esta dica foi do amigo Pergentino Júnior, direto do grupo de debates do Ubuntu Dicas no Facebook. E agora, que tal algumas músicas para ouvir de graça?